O Acidente Que Mudou Minha Vida... I

Saindo do trabalho numa sexta-feira, cansado da semana inteira, me distraí e não vi ao atravessar a rua um carro dobrando a esquina. Fui atingido e apaguei. Acordei horas depois no hospital. Minha mulher com os olhos vermelhos e inchados de chorar horas abriu o sorriso:

– Oi amor, que bom que acordou… Estava tão preocupada!

– O que aconteceu?

– Você foi atropelado… Mas, está tudo bem. Você só fraturou os braços, terá que ficar um mês em casa de licença, mas podia ser bem pior. – Se agachou e me deu um beijo apaixonado, mas cuidadoso.

Tive alta e fui para casa. Felizmente tenho bons recursos e minha esposa pode ficar em casa, sem trabalhar. E, nesse caso, foi muito bom, pois ela precisaria me ajudar o tempo inteiro: me alimentar, me dar banho, até me limpar após usar o banheiro… Falei para ela que poderia contratar uma enfermeira, mas ela disse que não era preciso.

Claro que sexo não era possível, não tinha posição. E, isso foi um problema, pois apesar de anos de casados ? dez mais precisamente é ainda éramos bem quentes entre nós. Eu sempre fui bem tarado, talvez até meio compulsivo… No primeiro dia, estava ok, ainda aturdido pelo acidente, mas no segundo já queria sexo. Minha mulher me ajudava, tocando uma punheta deliciosa é ela primeiro lambia a palma da mão, e por isso deslizava que era uma delícia. Também me chupava, do jeito que só ela faz: ela suga a cabeça, passa a língua na cabeça enquanto isso… sobe com a língua do alto a baixo e por fim engole até o talo. O que é difícil, pois tenho 18 centímetros. É uma grande boqueteira.

Nessas ?ajudasó ela queria saber se eu queria ver filminhos para me animar… Mas, nunca precisei: a visão dela nua, com seus 1,70m, cabelos curtos negros nos ombros, peitos médios e rijos, coxas grossas e uma bocetinha depilada já me turbinavam.

Mas, só mãos e boca já estavam me cansando ao fim da primeira semana… E, aconteceu algo inesperado, que nunca me havia acontecido ? a sério ? eu brochei… Talvez fosse a repetição, mas eu brochei. Ela ficou preocupada. Tentou de novo e de novo, e nada. Meu gigante continuava adormecido em sua mão. O chupar dela só tornava ainda mais ridículo aquele pênis flácido e babado… Fiquei inseguro e brochei nos outros dois dias seguintes. Sentia-me envergonhado…

Até que depois disso, ela foi me dar banho. Ela tinha que me ensaboar e limpar, o que me deixava sempre excitado, mas agora, nada levantava aquele morto. Até que ela começou a ensaboar minha bunda. Ela sempre gostou de minha bunda, e acho que pela carência sexual resolveu se aproveitar. Começou a apertar minhas nádegas… ela nunca tinha feito isso antes. Ela apertava como eu, um homem, um macho, apertaria. Ela pegava as bochechas de minha bunda com força, enchia sua mão. Aquilo começou a me ligar, mas eu fingia que nada sentia… Mas, meu mastro começou a mostrar o contrário…

Ela então foi mais ousada e foi aproximando seus dedos de meu ânus. Ela tinha a desculpa de que me lavaria… Ela sempre lavava só por fora, pois eu sempre fui machão de mais para deixar ela fazer mais que isso. Contudo, dessa vez ela foi colocando, como se fosse apenas lavar, um pouco do dedo indicador. E, por mais que aquilo fosse estranho, me excitou! Meu pau levantou mais um pouco. Ela enfiou mais o dedo, e meu pau levantou ainda mais. Era como se fosse um botão de ligar… Cada pouco mais que ela colocava, mais meu pau levantava. Ela percebeu, é óbvio, e abriu um sorriso que me pareceu, não sei por que, o que eu daria se fosse comer uma mulher. Era mais masculino que feminino.

Ela enfiou tudo até o fim. E deixou. Depois começou um suave vai e vem. Não resisti… dei um suspiro. Ela considerou uma deixa para enfiar mais um dedo. Agora eram dois dedos atolados em mim. E começou um vai e vem… Fui me sentindo tomado de um calor impressionante. Meu pênis latejava… e após uns cinco minutos, gozei sem tocar no meu pau ? afinal, nem conseguiria.

Ela terminou o banho e fingiu que nada tinha acontecido.

No dia seguinte, lá foi ela tentar me tocar uma punheta comigo no sofá. E, de novo, nenhum sinal… Ela agachou na minha frente e começou a chupar-me… e nada. Ela então colocou um dedo na boca e molhou-o bem e enfiou em mim… dito e feito, na hora meu mastro ficou duro como uma rocha!

Ela continuou a chupar e me dedar até gozar. Fiquei envergonhado de não conseguir ficar duro sem o dedo no rabo. Senti-me meio viado. Ela não falou nada.

No dia seguinte, ela me dedou e tentou então outra coisa, aproveitar meu pau duro para me cavalgar e… brochei quando ela sentou em mim… Só voltei a levantar, quando ela além de me cavalgar começou a me dedar. Estava viciado na dedada…

No dia seguinte, novamente a mesma coisa. Só fiquei duro com ela enfiando o dedo no meu rabo… No outro dia, ela chegou e disse numa voz séria e assertiva:

– Seu pau antes era uma rocha, mas agora… Hoje nem tentarei te chupar e punhetar. Já sei que só te dedando seu pau sobe. Então será assim, de agora em diante eu vou te ajudar e evitar a humilhação para você e para mim: vou só te dedar. Me dará menos trabalho também.

Naquela situação, envergonhado, nem pude protestar. Ela venho e arrancou minhas calças e, quase como se fosse uma máquina, pegou um óleo ? nem saliva ela gastaria em mim ? passou no dedo e começou a me dedar. Eu vi que ela estava impaciente, mas não podia falar nada. E, na verdade, o prazer nem me deixaria. Estava de olhos fechados aproveitando quando escutei a televisão ligar… Ela estava me dedando com uma mão, mas sem olhar para mim, via a televisão. Me senti péssimo. No que eu estava tão rapidamente virando…

– Já acabou? Seu viadinho, se esporrou todo. Ah, não vou perder tempo te limpando não, vai ficar assim mesmo… 

Fechou as minhas calças ainda todo gozado. Percebi ali que as coisas tinham se rompido na nossa relação… ela sempre fora amorosa e agora foi desleixada, e mesmo cruel. A partir daí ela começou a me deixar para lá… Me dava banho dia sim e dia não, às vezes me deixava sem comer e foi a coisa assim… 

Eu já estava há três dias sem gozar e subia pelas paredes. Pedi a ela ajuda:

– Tudo bem viadinho. ? E, me olhou com desprezo. ? Vou te dedar!

E, fez. Mas, na hora que eu ia gozar, ela pegou um copo que estava a mão e disse:

– Só que não quero mais ter de lavar ou suas roupas. Você vai ter que dar conta de sua porra! ? E, me fez gozar no copo. ? Agora toma viadinho!

– Que é isso amor, para com isso… ? E, nem pude terminar de falar, ela foi abrindo mnha boca e me fazendo engolir minha própria porra. Eu ia cuspir, mas ela fechou minha boca e meu nariz e tive que engolir. O gosto era estranho, mas não é que meu pau, que não subia mais sem uma dedada começou a dar sinal de vida logo após gozar, só por eu beber a porra?!?!?

– Olha, o viadinho gosta mesmo de porra! Então vai tomar todo dia.

E assim foi… ela começou a tirar prazer em me dominar. No outro dia ela voltou da rua com um pacote. Era um strap-on de uns dezoito centímetros. Não adiantou protestar, ela me comeu com ele assim mesmo. Fiquei depois desconfortável para sentar, mas foi ótimo. Ela passou a me comer assim todos os dias, às vezes mais de uma vez.

– Isso viadinho, leva no cú! Seu brocha de merda, agora eu sou o macho nessa porra…

Chegou o dia em que tirei o gesso e já podia voltar ao normal. Mas, nunca mais nada seria normal… Quando chegamos em casa do médico ela disse:

– Agora que você está bem, viadinho, vamos acertar as coisas.

– Como assim?

Slap! Um tapa na cara. 

– Se dirija para mim como ?meu macho?!

– Ah, para com isso amor…

Uma joelhada no saco. Cai de joelhos, prostrado.

– Fala do jeito certo, senão será pior.

Eu ia levantar e falar umas e boas quando ela disse:

– Você me deixou na mão e agora quer mandar? Pois saiba o seguinte: eu filmei te comendo o cu, seu viado! ? Apertou a tela da televisão e o DVD que já estava ligado apareceu: era eu sendo comido, gozando e depois engolindo minha porra.

Fiquei chocado e perdi o chão.

– E, tenho cópias escondidas, então nem tente nada. Eu te amava, mas você se revelou uma porra de viado brocha, então só serve para me bancar e me atender. Agora fala responde: sim meu macho!

Eu sem ter nada mais que fazer disse: – Sim, meu macho!

– Muito bem! De agora em diante todo o dinheiro que você ganha você dará para mim. Eu vou administrar. Entendeu?!?

– Sim, meu macho!

– E, quando chegar em casa, vai fazer as tarefas domésticas. Entendeu?!?

– Sim, meu macho!

– E, na rua você pode usar disfarce de homem, mas aqui nós sabemos que você não passa de viadinho, então vai se vestir como deve.

E, me abriu uma sacola cheia de roupas de mulher, compradas do meu tamanho, bem como lingeries, roupas de baixo, sapatos de salto alto, sapatilhas.

– Sim, meu macho!

– Ah, e agora vou te apresentar a minha amiga Sandra.

Eu virei espantado, não esperava ver mais alguém lá, fiquei envergonhado, pensei em falar algo, balbuciei, mas desisti. Minha autoestima estava destruída.

– Sandra é esteticista. Ela virá aqui toda semana cuidar de você, ou você prefere ir no salão?

– Não, não meu macho.

– Ótimo. Pode começar Sandra.

Ela então me depilou completo. Acabaram-se as idas à praia, ao clube ou o futebol com os amigos, pensei entre a dor que sentia. Inclusive meu ânus foi depilado…

(CONTINUA)

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