Meu Padre Favorito

MEU PADRE FAVORITO –

Houve uma época que morei com um padre na casa da paroquia dele, isso lá pelos idos de 1963/64. Um senhor polonês com mais ou menos metro e noventa, calculo eu que ele deveria ter por volta dos seus 65 ou 70 anos. Porque fui morar lá? Circunstâncias familiares. Tinha eu, na época, uns dezenove para vi anos. Era frequentador de todas as atividade paroquianas. Quando houve minha separação da família, por uns dias fui parar em uma garagem de ônibus, onde por gentileza do segurança que me deixou temporariamente dormir em um dos coletivos que, diga-se de passagem eram extremamente limpos, lavado e asseados assim que adentravam a garagem.

O padre tendo tomado conhecimento da situação pela qual eu passava, mandou uma pessoa ir buscar-me pois precisava falar comigo. Não sabendo do que se tratava fui atende-lo prontamente. Quando lá cheguei, ele juntamente com seu assessor e a empregada da casa paroquial me levaram a sala da referida residência, onde procuraram sem rodeios saber o que estava acontecendo. Depois de esclarecer os acontecimentos eles se entre olharam e pediram licença para que pudessem conversar, me retirei e aguardei no pátio da casa por algum tempo. Passado uns quarenta minutos o assessor do padre veio me chamar, entrei na sala e sentei-me na mesma poltrona onde havia estado sentindo os olhares deles sobre mim. O padre levantou-se e disse, sentimos muito o que lhe esta ocorrendo e temos uma proposta a lhe fazer, você sabe, no salão de festas da paroquia tem uma salinha vazia, achamos que podemos acomoda-lo lá até que sua situação familiar seja resolvida, já conversei com a Helena para que tome providencias na arrumação do mesmo, você poderia ajuda-la? – Respondi que sim, e lá fomos equipar o ambiente com o necessário, ficou bem agradável e aconchegante, coisa que eu não tinha em minha casa.

Passaram-se uns dez dias, fazia um frio intenso. Em um desses dias, após o almoço, ele me chamou e disse, olha… pelo horário que você está chegando, eu saia da rádio onde trabalhava as duas horas da madrugada e chegava na paroquia por volta das duas e trinta ou duas e quarenta, ele continuou dizendo, nessas madrugadas geladas… você poderia dormir na casa paroquial, é mais quente do que lá onde você esta. Aceitei o convite! – Naquela noite quando cheguei, ele ainda estava acordado, depois de banhar-me e tomar um lanche que Helena havia deixado sobre a mesa fui ter com ele na sala. Ele fechou um livro que lia e chamou-me para o andar superior dizendo se me importava de dormir na mesma cama com ele pois a mesma era bem grande, realmente o era.

Na terceira noite, cheguei e não notei a presença do padre nas dependências inferiores da casa, fiz o que tinha que fazer como era de costume e subi para o quarto, coloquei o pijama composto de camiseta e bermuda, e fui deitar-me. Passada uma hora e meia mais ou menos percebi que o padre se mexeu virando seu corpo de forma a ficar de frente para o lado de dentro do colchão, eu estava deitado virado para o lado de fora do colchão, senti então a aproximação do corpo quente dele junto ao meu e logo em seguida senti o membro teso dele, retirei-me do alcance e mantive distancia, no entanto deu para perceber que ele era possuidor de uma potente virilidade. Durante o resto da noite ele nada mais tentou.

No dia seguinte, após o desjejum, sai para o terraço da casa, logo ele apareceu, agimos como nada, nada mesmo houvesse acontecido. Após conversarmos sobre assuntos diversos ele disse, a noite, quando estiver dentro da casa esqueçamos que sou um padre, achei estranho o que ele disse más…

Passaram-se outras duas noites, então, nessa noite ele me esperou acordado na cama, começamos a conversar e logo em seguida senti uma de suas mãos tocar minha perna e suavemente começo a deslizar subindo minha coxa, senti vontade de questionar sua atitude porem, fiquei quito, rapidamente considerei a minha situação e deixei que emocionalmente fosse levado pela gratidão que naquele momento devia aquela pessoa. Sua mãos subiram mais, passando pelas minhas nádegas chegando ao meio de minhas costas e iniciando uma massagem. A massagem estava me proporcionando um delicioso relaxamento, em determinado momento ele parou e desceu uma das mãos para entre minhas nádegas, ai então, com a ponta das unhas iniciou uma espécie de acariciamento que estava me arrepiando, com esse tipo de acariciamento ele chegou entre minhas nádegas foi quando senti o membro dele, já molhado encostando em mim, levei minha mão para minhas costa e o toquei, o membro era bem grosso e enorme de cabeça grande e estava bem lisa molhada pelo liquido que dele era expelido, virei-me e ficamos de frente um para o outro, ele, a medida que se esticava para cima dos travesseiro empurrava devagarinho a minha cabeça para baixo rumo ao membro dele até a altura da minha boca onde ele passou aquela cabeça enorme e me molhando os lábios, abri a boca e ele começou a introduzir aquele colosso, senti aquela cabeça todinha na minha boca, ele então, começo o movimento de leva e traz durante vários minutos até que foi chegando ao auge e gozou abundantemente me fazendo engolir toda aquele porra quente, diga-se de passagem estava com gosto muito bom, aí ele relaxou.

Passado mais ou menos uma hora ele voltou a tona, nunca pensei que um homem naquela idade tivesse a virilidade que ele tinha, estava de novo ereto, e dessa vez parecia insaciável, eu estava meio que cochilando quando senti que ele pousou delicadamente a mão sobre minha bunda, ergui a cabeça então me pediu para que me deitasse aos pés da cama, escorreguei para lá e fiquei de bruços, me pediu então que me virasse, me virei e fique de frente para ele que colocou sob minha cabeça dois travesseiros, inesperadamente ele pegou meus dois mamilos e começo suavemente a bolina-los, senti uma sensação estranha percorrendo meu corpo, e determinado momento botou um deles na boca chupando e mordiscando enquanto bolinava o outro, eu estava perdendo meu controle e o senso de homem, continuou bolinando um mamilo enquanto começava a lubrificar meu rego com a outra mão segurando aquele membro já umedecido. Já tinha estava entregue, estava tremendo na expectativa do futuro, ele pegou minhas pernas e as levantou e dobrou-as, lubrificou mais uma vez a minha entrada e começou a enfiar o membro bem devagar senti que foi me abrindo enquanto bolinava meus mamilos me fazendo sentir sensações inexplicáveis, senti uma dor longe más muito boa, ele me fez ultrapassar todos os limites, fez a coisa ficar muito boa. Quando ele já estava dentro de mim, debruçou-se sobre meu corpo e começo a enfiar a língua nas minhas orelhas e enquanto mexia devagar rapidamente começo a chupar meus peitos, puxando-os massageando e beliscando suavemente, procurou a minha boca e me beijou enfiando a língua toda, não sei como consegui aguentar aquele pinto enorme, minhas duas mãos não conseguia pegar ele todo, e daquela grossura, parecia um tubo de desodorante roll on da Dove, com certeza, aquilo tinha mais de 4,5cm de diâmetro, estava ali dentro de mim pulsando e se movendo, ele não tinha pressa, para que? Estávamos ali naquele quarto e naquela cama cheirosa que ele havia preparado para isso e, além de termos a noite inteirinha, sem ninguém ter que ir a lugar algum. Eu, já não mais me sentiria homem depois daquela noite, ele consegui transpor minha alma, estava me sentindo sem por cento feminina, entregue a um homem que estava modificando meu conceito. Sobre mim esta alguém doce, viril e gentil, me tratando como uma dama a qual ele desejava. Mais uma vez ele me beijou longamente, depois de me hora, senti que ele estava chegando ao auge, aumentou a velocidade da transa me apertando contra seu corpo, suávamos abundantemente, sentia-o todo dentro de mim, grande, enorme, pulsante, quanto mais pulsava, me parecia e sentia que maior ele ficava, aquela primeira noite com ele, jamais iria esquecer. Já tinha tido transas desastrosa e com pessoas violentas no passado, pessoas que me fizeram sofrer. Esse homem, que agora me possuía dessa forma, parecia um sonhos para mim. Ouvi um gemido longo de prazer juntamente com um jato de esperma quente a jorrar dentro de mim. Ele pegou meu rosto com as duas mãos e me beijou de novo suavemente o que agora aceitei com prazer. Vivi na casa dessa pessoa por um ano mais ou menos, ele me fez sua mulher durante esse tempo e eu fui muito feliz, fomos ambos. Me casei, tive dois filhos, fiquei viúvo e dois anos depois encontrei uma mulher que percebeu em mim uma certa carência e me faz feliz.

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